Friday, 15 May 2009

Green Eggs And Ham by Dr. Seuss




I am Sam

I am Sam
Sam I am

That Sam-I-am
That Sam-I-am!
I do not like
that Sam-I-am

Do you like
green eggs and ham.

I do not like them,
Sam-I-am.
I do not like
green eggs and ham.

Would you like them
Here or there?

I would not like them
here or there.
I would not like them
anywhere.
I do not like
green eggs and ham.
I do not like them,
Sam-I-am

Would you like them
in a house?
Would you like them
with a mouse?

I do not like them
in a house.
I do not like them
with a mouse.
I do not like them
here or there.
I do not like them
anywhere.
I do not like green eggs and ham.
I do not like them, Sam-I-am.


Would you eat them
in a box?
Would you eat them
with a fox?

Not in a box.
Not with a fox.
Not in a house.
Not with a mouse.
I would not eat them here or there.
I would not eat them anywhere.
I would not eat green eggs and ham.
I do not like them, Sam-I-am.

Would you? Could you?
in a car?
Eat them! Eat them!
Here they are.

I would not ,
could not,
in a car

You may like them.
You will see.
You may like them
in a tree?
Not in a tree.
I would not, could not in a tree.
Not in a car! You let me be.

I do not like them in a box.
I do not like them with a fox
I do not like them in a house
I do mot like them with a mouse
I do not like them here or there.
I do not like them anywhere.
I do not like green eggs and ham.
I do not like them, Sam-I-am.

A train! A train!
A train! A train!
Could you, would you
on a train?

Not on a train! Not in a tree!
Not in a car! Sam! Let me be!
I would not, could not, in a box.
I could not, would not, with a fox.
I will not eat them with a mouse
I will not eat them in a house.
I will not eat them here or there.
I will not eat them anywhere.
I do not like them, Sam-I-am.

Say!
In the dark?
Here in the dark!
Would you, could you, in the dark?

I would not, could not,
in the dark.

Would you, could you,
in the rain?

I would not, could not, in the rain.
Not in the dark. Not on a train,
Not in a car, Not in a tree.
I do not like them, Sam, you see.
Not in a house. Not in a box.
Not with a mouse. Not with a fox.
I will not eat them here or there.
I do not like them anywhere!

You do not like
green eggs and ham?

I do not
like them,
Sam-I-am.

Could you, would you,
with a goat?

I would not,
could not.
with a goat!

Would you, could you,
on a boat?

I could not, would not, on a boat.
I will not, will not, with a goat.
I will not eat them in the rain.
I will not eat them on a train.
Not in the dark! Not in a tree!
Not in a car! You let me be!
I do not like them in a box.
I do not like them with a fox.
I will not eat them in a house.
I do not like them with a mouse.
I do not like them here or there.
I do not like them ANYWHERE!

I do not like
green eggs
and ham!

I do not like them,
Sam-I-am.

You do not like them.
SO you say.
Try them! Try them!
And you may.
Try them and you may I say.

Sam!
If you will let me be,
I will try them.
You will see.

Say!
I like green eggs and ham!
I do!! I like them, Sam-I-am!
And I would eat them in a boat!
And I would eat them with a goat...
And I will eat them in the rain.
And in the dark. And on a train.
And in a car. And in a tree.
They are so good so good you see!

So I will eat them in a box.
And I will eat them with a fox.
And I will eat them in a house.
And I will eat them with a mouse.
And I will eat them here and there.
Say! I will eat them ANYWHERE!

I do so like
green eggs and ham!
Thank you!
Thank you,
Sam-I-am

Dr. Seuss - 'Green Eggs And Ham'

Tuesday, 12 May 2009

Friday, 27 March 2009

This year's Love had better last


Não me sai da cabeça!!!



"This years love had better last
Heaven knows it's high time
I've been waiting on my own too long
But when you hold me like you do
It feels so right oh now
I start to forget
How my heart gets torn
When that hurt gets thrown
Feeling like you can't go on

Turning circles and time again
It cut like a knife oh now
If you love me got to know for sure
'Cause it takes something more this time
Than sweet sweet lies oh now
Before I open up my arms and fall
Losing all control
Every dream inside my soul
When you kiss me on that midnight street
Sweep me off my feet
Singing ain't this life so sweet

This years love had better last
This years love had better last

Cause whose to worry
If our hearts get torn
When that hurt gets thrown
Don't yuh know this life goes on
Won't you kiss me on that midnight street
Sweep me off my feet
Singing ain't this life so sweet

This years love had better last
This years love had better last
This years love had better last
This years love had better last
This years love had better last,whoa yeah
This years love had better last"

David Gray - 'This Year's Love'

Thursday, 19 March 2009

Hannover, dia 31 de Março de 2009




Dia 31 vou a Hannover ver Bob Dylan. Estou muito feliz!

Friday, 13 March 2009

Killing Me Softly




Quando pensei em como seria interpretar a minha versão da "killing Me Softly" em público, lembrei-me do Hugh Grant nesta cena! Seria igualmente ridículo!

Tuesday, 10 March 2009

Infelicidade e Inveja


Se aquilo que nos prejudica e ao próximo merece tal nome. Não é suficiente sermos incapazes de nos fazer felizes uns aos outros? Passamos indiferentes por um triste na estrada, ignoramos os seus suplícios e, ainda temos de nos apoderar do prazer que cada um pode encontrar dentro de si mesmo?
Apontem-me alguém que, estando infeliz, tenha a coragem de ocultá-lo, de sofrer sozinho, sem contaminar a presença de espírito dos demais, sem perturbar a alegria dos que o rodeiam e por sua vez contrariar abnegado o seu estado sombrio insociável.
A infelicidade não será uma tristeza íntima, um sentimento da nossa própria insuficiência incapaz de se opor à adversidade premiada pelo tempo e a má ventura, que provoca um descontentamento em relação a nós próprios, ao qual se junta sempre a inveja em razão de uma vaidade idiota?
Quando vemos algumas pessoas felizes, sem que para isso tenhamos contribuído, essa felicidade é para nós insuportável.
Pobre aquele que usa o seu poder sobre um coração para abafar as singelas alegrias que nele nascem espontaneamente! Todas as dádivas, todas as gentilezas deste mundo não compensam um só dos instantes de contentamento, se esses instantes forem envenenados pelo despeito de um tirano.

Monday, 16 February 2009

Em Prosa, a Rosa.



Comprei uma Rosa, daquelas grandes, vermelhas, para oferecer a uma amiga no dia de São Valentim, mas esqueci-me de lhe dar água e ela ficou toda murcha e feia e escura, num estado de languidez profunda perdeu a cor, o odor fresco e doce, o orgulho. Ela era tão bonita! Linda! A Rosa perfeita. Que tristeza! Não evitei o sezão. Senti que o Sol se iria erguer contra mim em cruel retribuição. Foi a minha inépcia que a humilhou! Não fiz por mal.
Antes de ontem meti-a numa jarra com água mas, ela continuou triste e atónica. Ontem mudei a água, submetia ao clima quente e seco do meu quarto, coloquei-a virada para nascente e hoje, para minha surpresa e felicidade, voltou a ser a mesma Rosa que tinha conhecido na loja. Fiquei num contido êxtase supremo. A constrição promovida por aquela visão provocou a fremência dos meus gestos, pois senti que me tinha perdoado a insolência. Ergueu-se curada de uma larga e funda ferida. Está bela, vicejante e orgulhosa. Lindíssima! Deslumbrante! Perfeita! Ébria de vermelho, valente. Estou feliz! Assim eu quisera um dia. Prometi não mais magoar seu peito compassivo.
Sabem? As rosas precisam de água nova todos os dias. Acho que agora já posso oferecê-la. E quando o fizer, vou dizer que ela passou por muito. Acho que isso a vai valorizar. É uma Rosa forte.
A Rosa é o símbolo feminino por excelência. Mas também é um símbolo de amor e paixão. Será coincidência?
O tempo muda tudo. E a água.

Friday, 13 February 2009

A Raposa e o Principezinho



(...)
Foi então que apareceu a raposa:
"Bom dia" - disse a raposa.
"Bom dia" - respondeu o principezinho com delicadeza. Mas ao voltar-se não viu ninguém.
"Estou aqui" - disse a voz, debaixo da macieira.
"Quem és tu?" - disse o principezinho. "És bem bonita…"
"Sou uma raposa" - disse a raposa.
"Anda brincar comigo" - propôs-lhe o principezinho. "Estou tão triste…"
"Não posso brincar contigo" - disse a raposa. "Ainda ninguém me cativou."
"Ah! Perdão" - disse o principezinho.
Mas depois de ter reflectido, acrescentou:
"Que significa “cativar”?"
"Tu não deves ser de aqui" - disse a raposa. "Que procuras?"
"Procuro os homens" - disse o principezinho. "Que significa “cativar”?"
"Os homens" - disse a raposa - "têm espingardas e caçam. É uma maçada! Também criam galinhas. É o único interesse que lhes acho. Andas à procura de galinhas?"
"Não" - disse o principezinho. "Ando à procuro de amigos. Que significa “cativar”?"
"É uma coisa de que toda a gente se esqueceu" - disse a raposa - "Significa “criar laços…”"
"Criar laços?"
"Isso mesmo" - disse a raposa. "Para mim, não passas por enquanto, de um rapazinho em tudo igual a cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu não precisas de mim. Para ti, não passo de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se me cativares, precisaremos um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei única no mundo para ti…"
"Começo a compreender" - disse o principezinho. "Existe uma flor… creio que ela me cativou…"
"É possível" - disse a raposa. "Vê-se de tudo à superfície da Terra…"
"Oh! Não foi na Terra" - disse o principezinho.
A raposa mostrou-se muito intrigada.
"Noutro planeta?"
"Sim."
"Há caçadores nesse tal planeta?"
"Não."
"Isso é muito interessante. E galinhas?"
"Não."
"A perfeição não existe." - suspirou a raposa.

Mas voltou à mesma ideia.

"Levo uma vida monótona. Eu caço as galinhas e os homens caçam-me a mim. Todas as galinhas são iguais e todos os homens são iguais. Por isso aborreço-me um pouco. Mas, se tu me cativares, será como se o Sol iluminasse a minha vida. Distinguirei, de todos os passos, um novo ruído de passos. Os outros passos fazem-me esconder debaixo da terra. Os teus hão-de atrair-me para fora da toca, como música. E depois, olha! Vês, lá adiante, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me dizem nada. E é triste! Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Por isso, quando me tiveres cativado, vai ser maravilhoso. Como o trigo é dourado, fará lembrar-me de ti. E hei-de amar o barulho do vento através do trigo…"

A raposa calou-se e olhou por muito tempo o principezinho.

"Cativa-me, por favor" - disse ela.
"Tenho muito gosto" - respondeu o principezinho - "mas falta-me tempo. Preciso de descobrir amigos e conhecer muitas coisas."
"Só se conhecem as coisas que cativam" - disse a raposa. "Os homens não têm muito tempo para tomar conhecimento de nada. Compram coisas feitas aos mercadores. Mas como não existem mercadores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, cativa-me!"
"Como é que o hei-de fazer?" - disse o principezinho.
"Tens de ter muita paciência" - respondeu a raposa. "Primeiro, sentas-te um pouco afastado de mim, assim, na relva. Eu olho para ti pelo cantinho do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, de dia para dia, podes sentar-te cada vez mais perto…"

No dia seguinte, o principezinho voltou.

"Era melhor teres vindo à mesma hora" - disse a raposa. "Se vieres, por exemplo, às quatro horas da tarde, às três já eu começo a ficar feliz. À medida que o tempo avançar, mais feliz me sentirei. Às quatro horas já começarei a agitar-me e a inquietar-me; descobrirei o preço da felicidade. Mas se vieres a uma hora qualquer, nunca posso saber a que horas hei-de vestir o meu coração… É preciso rituais."
"O que é um ritual?" - disse o principezinho.
"É também uma coisa de que toda a gente se esqueceu" - disse a raposa. "É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias, uma hora diferente das outras horas. Há um ritual, por exemplo, entre os meus caçadores. Dançam às quintas-feiras com as raparigas da aldeia. A quinta-feira é, por isso, um dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem num dia qualquer, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias."

Foi assim que o principezinho cativou a raposa. E quando se aproximou a hora da partida:

"Ah!" - disse a raposa… "Vou chorar."
"A culpa é tua" - disse o principezinho "Não queria que te acontecesse mal mas, tu quiseste que eu te cativasse…"
"É certo" - disse a raposa.
"Mas vais chorar!" - disse o principezinho.
"É certo" - disse a raposa.
"Então não ganhas nada com isso!"
"Ganho sim" - disse a raposa "Por causa da cor do trigo."

Depois acrescentou:

"Vai ver as outras rosas. Compreenderás que a tua é única no mundo. Quando voltares para me dizer adeus, faço-te presente de um segredo."

O principezinho foi ver as outras rosas.

"Vocês não são nada parecidas com a minha rosa. Ainda não são nada" - disse-lhes ele. "Ninguém vos cativou, nem vocês cativaram ninguém. São como era a minha raposa. Não passava de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas fiz dela minha amiga e agora é única no mundo."

E as rosas ficaram bastante aborrecidas:

"Vocês são belas, mas vazias" - disse-lhes mais. "Ninguém vai morrer por vocês. É certo que, quanto à minha rosa, qualquer vulgar transeunte julgará que ela se vos assemelha. Mas, sozinha, ela vale mais do que vocês todas juntas, porque foi ela que eu reguei. Porque foi ela que eu pus numa redoma. Porque foi ela que abriguei com um biombo. Porque foi por causa dela que matei as lagartas (excepto duas ou três para as borboletas). Porque foi ela e só ela que ouvi lamentar-se ou gabar-se, ou mesmo, por vezes calar-se. Porque é a minha rosa."

E voltando para junto da raposa:

"Adeus" - disse ele.
"Adeus" - disse a raposa. "Vou dizer-te um segredo. É muito simples: Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."
"O essencial é invisível para os olhos" - repetiu o principezinho, a fim de se recordar.
"Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante."
"Foi o tempo que perdi com a minha rosa…" - repetiu o principezinho, a fim de se recordar.
"Os homens esqueceram esta verdade mas, tu não deves esquecê-la. Ficas para sempre responsável por aquele que cativaste. És responsável pela tua rosa."
"Sou responsável pela minha rosa" - repetiu o principezinho a fim de se recordar.
(...)
Antoine de Saint-Exupéry

Aquele que começou tudo para mim.

Wednesday, 11 February 2009

Where's That Kid?!



"This will be the strongest snow fort ever made."
"Keep packing on snow. This will be indestructible."
"We'll put water on it, so it freezes overnight. That way our fort will be here until July!"
"WHERE'S THAT KID?!"